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Fotos do Casamento de Adriane Galisteu



Adriane Galisteu, enfim, se casou no religioso com o empresário Alexandre Iódice. A festa aconteceu, sábado de manhã, no Spa Sete Voltas, em Itatiba, São Paulo. Os dois, que já haviam se casado no civil, em junho, chegaram juntos com o filho, Vittorio, de 4 meses, que foi batizado na festa. Todos os convidados estavam de branco a pedido da noiva. Claudia Leitte, madrinha de Vittorio junto com Nelson Sacho, assessor de Galisteu, chegou atrasada à cerimônia. Triste, a cantora, que estava acompanhada do marido, Marcio Pedreira, e do filho, Davi, disse que depois vai se entender com com o afilhado. "O Nelson (Sacho, assessor de Adriane e padrinho de Vittorio) teve que batizar ele sozinho. Depois vou ter que dar um jeito de mergulhar com ele em algum lugar para me redimir", disse Claudinha.






















A cantora, aliás, fez questão de justificar seu atraso. "A gente ia vir de helicóptero, mas o cara ligou em cima da hora para dizer que não dava pra vir. O motorista não estava com a gente, teve que vir de outro lugar. E ainda nos perdemos. Foi uma correria, parecia noiva em fuga, cena de filme. Fiquei muito chateada, tive uma TPM fora de época", contou.



Galisteu ainda pensou em atrasar o evento para esperar a madrinha, mas desistiu e acabou subindo ao altar às 11h40m. "Pensei em começar o batizado um pouco mais tarde, mas estava agoniada por causa do Vittorio. Liguei para ela e falei para ficar tranquila. Ela continua sendo a madrinha", disse a loura.



Coração Partido pode matar


Agora é oficial. Coração partido, dor da perda, pode até mesmo matar. Leiam a reportagem sobre o estudo que foi feito.








Um estudo da Universidade de St. Andrews constatou que coração partido pela perda de um ente querido pode mesmo levar a morte. A pesquisa analisou 58 mil casais desde 1991 e de acordo com o Paul Boyle, pesquisador responsável, muitos passaram pelo “efeito viuvez”.


Entre os participantes 40% das mulheres e 26% dos homens faleceram até três anos após a perda do marido ou esposa. E 12 pessoas inclusive morreram no mesmo dia. As causas das mortes incluíram desde câncer e problemas do coração, até suicídio.


Dado o alto número de pessoas afetadas encontrado na pesquisa, Boyle disse que só reforça a ideia de que pessoas em período de luto devem ser acompanhadas, de preferência com suporte profissional, pois trata-se de um período muito difícil e propenso a complicações.


*Imagens: reprodução

Morar junto sim, casar não!




The New York Times



Casamento


(Jupiterimages)





Dois fatores contribuem para a diminuição dos casamentos entre adultos de 25 a 34 anos, disse Andrew Cherlin, sociólogo da Universidade Johns Hopkins: menos casamentos formais e mais uniões informais, hoje muito mais aceitas socialmente, inclusive com filhos






Os Estados Unidos ultrapassaram um importante limiar conjugal em 2009. O número de jovens adultos que nunca se casaram superou, pela primeira vez em mais de um século, o de casados. 





O declínio no número de casamentos já vinha há longo prazo, mas se acelerou durante o período de recessão, de acordo com novos dados do censo americano. Atualmente, há mais casais adiando o casamento ou até simplesmente optando por viver juntos sem oficializar a relação.





"As pessoas não têm certeza sobre estabilidade no emprego e muitas estão desempregadas", disse Mark Mather, do Population Reference Bureau, um grupo privado de pesquisa que analisou os dados do censo. "Casar é obviamente um grande passo e, se você não está confortável sobre seu futuro, faz sentido adiar uma decisão importante como essa."





Will McElroy, 26 anos, de Atlanta, namora Ann há três anos. O casal discutiu o casamento, mas ele perdeu o emprego de programador de computadores este ano e agora está mais focado na busca de trabalho do que em planejar o futuro.





"Sim, definitivamente é preciso dinheiro para casar", disse ele. "Ser casado significa comprar uma casa e ter filhos, certo?" Yara Holt, que organiza casamentos em Saint Louis, disse que um casal havia acabado de cancelar a cerimônia para 230 convidados. "Eles simplesmente decidiram que não iriam gastar dinheiro agora", disse. 





Entre a população total de 18 anos ou mais, a proporção de homens e mulheres casados caiu de 57% em 2000 para 52% em 2009 – o menor porcentual desde que o governo começou a coletar dados, há mais de 100 anos. A porcentagem de mulheres adultas casadas caiu abaixo da metade, para 49,9%.





Dois fatores contribuem para a diminuição dos casamentos entre adultos de 25 a 34 anos, disse Andrew Cherlin, sociólogo da Universidade Johns Hopkins: menos casamentos formais e mais uniões informais, hoje muito mais aceitas socialmente, inclusive com filhos. 





"É um erro pensar que todas as pessoas não casadas estão solteiras", disse Cherlin. "Muitos vivem com seus parceiros." Isso é especialmente verdadeiro, disse, entre os que não têm títulos universitários, que costumam esperar até que tenham segurança econômica para se casar. 





Joel Greiner, diretor de aconselhamento da Jornada, uma igreja de Saint Louis, disse que cerca de um terço dos casais em sua congregação vivem juntos antes do casamento. Para ele, falar de economia pode dissimular a questão principal. "Tem mais a ver com medo da intimidade e do casamento em si", disse. 





Segundo os dados federais, a proporção de jovens adultos que nunca se casaram aumentou de 35% no começo da década para 46% em 2009. 





O levantamento mostra, ainda, que tem havido grandes diferenças raciais nas taxas de casamento, com os negros muito menos propensos a se casar do que os brancos. Essa diferença, contudo, vem diminuindo à medida que as uniões informais se tornam mais populares entre os brancos, disse Cherlin. E muitos jovens adulto, segundo ele, estão adiando o casamento, sem renunciar a ele. 





McElroy, em Atlanta, disse que iria começar a pensar em casamento assim que encontrar um emprego e a economia se recuperar. "Não é muito romântico, é?", disse, com uma risada. 





Fonte: Veja on line


Sonhos que não se realizam são as principais causas de divórcio

Atualmente, a sociedade lida com a separação com mais naturalidade do que há algumas décadas. As crises conjugais não acontecem de repente, são construídas ao longo do tempo através das insatisfações, mágoas e ressentimentos que ocorrem na história do casal. 




Cada casal tem o seu motivo para pensar na separação. Podem ser traições, ciúmes, vícios, violências, interferência familiar, sexo, dificuldades financeiras, ou simplesmente o descontentamento sobre o modo que a relação que foi construída. 


Quando o dia-a-dia mostra que há mais dor do que prazer, mais mágoas do que alegrias, mais brigas do que conversas, a relação não está satisfatória. Nesse momento, é preciso cuidar do relacionamento para não transformar uma crise conjugal numa separação.
As pessoas buscam no casamento suas completude e idealizações em relação ao parceiro, mas em uma união isso ocorre apenas de modo parcial. Ao se frustrarem diante dessa parcialidade, muitas vezes elas não conseguem manter suas relações conjugais por não suportarem essas angústias. 


Na separação, os desejos e as idealizações de cada cônjuge foram frustrados. Se o grau de frustração não é suportado, e deixar de viver com o parceiro torna-se uma solução possível para lidar com tais angústias. Há dor pela perda dos sonhos, dos desejos, das idealizações e da companhia do parceiro. 


Por isso, a separação necessita de um trabalho de luto para ser vivenciado. Emoções como a raiva, tristeza, sentimentos de abandono, injustiça mobilizam os parceiros, cada qual com suas queixas e ressentimentos. Por fim, quando ocorre a aceitação do rompimento, surge a possibilidade de construir uma nova vida, e criar novos investimentos.  


Não há uma hora certa para se separar. As dificuldades encontradas nas relações devem estar claras, e a partir disso, o casal deve buscar as soluções para os conflitos. A decisão pela separação deve ser tomada como o resultado de um processo.



É importante que o casal possa avaliar os significados tanto do casamento quanto da separação em suas vidas. Muitas vezes, o sofrimento é intenso nesse momento da vida, e nem sempre se dispõe da necessária tranquilidade para uma decisão adequada. A ajuda psicológica através de um profissional especializado é importante para que a relação caminhe para uma trilha mais adequada aos parceiros. 


Texto de Claudia Finamore
Especialidade: Psicologia

Solte a dor que existe em você

 Texto interessante da Rosana Braga. Dito assim parece tão fácil não é mesmo?

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdJD1FSYuCkyVC6EA1PCnqlmtaO0fXB29MneQXuqcpAGtghpH_ekdKmzKpMtYsVH2Iuv9xOlxyUOtqd1Y-_BXlpJFA1YqaKhiYeOdXetc0nwNkmhB-Z-qP9NJ8MXYMU3H1l7E7X6sFG66m/s400/dor.jpg

Tá doendo?!? Então, solta!!

Por Rosana Braga


Sabe quando você vive uma situação difícil, angustiante e que te incomoda? Quando você não sabe o que dizer, o que fazer ou como agir para que a dor passe ou ao menos diminua? 
Pois vou te contar o que tenho descoberto, por experiência própria! Em primeiro lugar, observe a situação toda e, sobretudo, observe a si mesmo e os seus comportamentos.
 
Errou? Tente consertar e, de qualquer modo, peça desculpas!
Fez ou falou o que não devia? Explique-se, seja sincero, não tente esconder seu engano ou fingir que nada aconteceu... Valide a dor do outro, sempre.
 
Ta difícil conseguir uma nova chance? Dê um tempo. Espere... Às vezes, algumas noites bem dormidas e alguns dias sem a imposição de sua presença ou a insistência de suas tentativas são preponderantes para que os sentimentos bons sejam resgatados e para que um coração possa ser reconquistado.
 
Por fim, fez tudo isso e não deu certo? Não rolou? A pessoa até te perdoou, mas a massa desandou, a história se perdeu, os desejos esfriaram?!?
 
Você se sente inconformado, esmagado pelo arrependimento, atordoado pela tristeza do que poderia ter sido e não foi? Tem a sensação de que estragou tudo? Não sabe mais o que fazer para parar de doer? Acredite, só tem um jeito: solta!
 
A dor é conseqüência de um apego inútil! Deixa ir... Deixa rolar... Se você já fez o que podia fazer, tentou e não deu, confie na vida, confie no Universo e siga em frente. Pare de se lamentar, pare de se debater e de se perder cada vez mais, e tenha a certeza absoluta de que o que tiver de ser, será!
 
Quando essa certeza chega, é impressionante: a gente simplesmente relaxa e solta! E quando solta, a dor começa a diminuir, e a gente começa a compreender que está tudo certo, mesmo quando não temos a menor idéia de que “certo” é esse. Mas quando menos esperamos, tudo fica absolutamente claro!
 
Não se trata de desistir, mas de confiar! Isso é o que se chama “FÉ”! Isso é o que desejo a mim e a você, quando estivermos doendo...

 
Rosana Braga

www.rosanabraga.com.br

Reconhecida como uma das maiores especialistas em relacionamentos interpessoais do país, pesquisadora da área há mais de 10 anos, Rosana Braga é conferencista, escritora, jornalista e consultora em relacionamentos. Autora de 5 livros e DVDs de Treinamento, tais como ‘O Poder da Gentileza’, ‘Faça o Amor Valer a Pena’, 'Inteligência Afetiva – 2 volumes', entre outros.

Por que é difícil esquecer um relacionamento segundo a neurologia





O amor já era, mas o frio na barriga continua. Mais forte que o desejo de esquecer é a sensação física que volta no fim: coração a mil, adrenalina, borboletas no estômago. Para superar isso, os médicos indicam: deve-se reforçar as emoções negativas ligadas à pessoa e mudar o foco. É, arrumar outro amor.






"Do ponto de vista cerebral, ficar só não ajuda a superar [o fim do caso]", diz o neurologista Antoine Bechara, da Universidade de Iowa (EUA). Parte da dificuldade, segundo Bechara, é que essa situação gera um conflito cerebral. Mesmo que o amor já tenha ido para o brejo e que as lembranças negativas estejam presentes, há uma impressão - nada a ver com as memórias guardadas no cérebro - que dispara aquelas reações corporais lá do alto.


Ele explica que no circuito neural há dois sistemas. Um deles passa pela amígdala, é responsável por respostas corporais involuntárias, como bolhinhas no estômago. O outro sistema passa pelo córtex pré-frontal, região que traz à tona as lembranças do ex, mesmo que a pessoa não faça mais parte da sua vida.


"Seu amor pode ter azedado, mas o cérebro continua a mandar os estímulos [que causam reações físicas] ainda que ele tenha as lembranças ruins do relacionamento. As impressões formadas no namoro ficam no cérebro."




As próprias reações físicas também podem ser interpretadas como uma forma de sentimento, o que realimenta o circuito. "A reação seria suficiente para configurar um sentimento? Não é necessário o objeto daquele sentimento estar presente?". As impressões residuais e essas reações físicas "sequestram" os pensamentos.


Não precisam da nossa intenção para aparecer, o que dificulta a mudança de foco. Mesmo quando não se está pensando na pessoa de propósito, o sentimento volta e toma o corpo de assalto.


Por isso também é que o tempo pode não dar conta do recado, ao menos do ponto de vista neurológico. "Não apaga. Esse sentimento é próximo ao dos vícios", diz.


Se o ex está por perto, então, é pior. Como para o alcoólatra, basta um deslize para que aconteça a recaída. O neurologista André Palmini, da PUC-RS, lembra que essas reações são similares às do começo do amor. "É sinal de que há uma ameaça." As borboletas no estômago fazem uma curva durante o namoro, diz Palmini: surgem no início, declinam no meio e voltam no final.


EMPATIA É SINAL DE UNIÃO DURADOURA






A capacidade de entrar em sintonia com os desejos do parceiro é a marca do amor duradouro. No cérebro de quem está apaixonado, ocorre a ativação do sistema de recompensa. Esse sistema é mais "primitivo": leva o ser humano a buscar comida, proteção e sexo. Quando o sentimento evolui, regiões mais refinadas são acionadas. São áreas menos relacionadas a emoções básicas e mais ligadas à empatia.






Texto escrito por DÉBORA MISMETTI publicado na Folha.com

Perfil psicológico de relações conjugais em crise





Para alguns casais, conflitos conjugais representam sinais de que não há mais motivos para insistir na união. E assim foi na vida da ex-modelo Luiza Brunet, que se divorciou do marido, Armando Fernandez, após 18 anos de casamento.

"A longa convivência faz com que o casal perca o interesse social e sexual. Tudo enjoa", diz ela. "A mulher se lembra de datas importantes, o marido não. Ela quer dar atenção à casa e aos filhos, ele se esquece disso. E um acaba indo para cada lado", continua.



A dificuldade em dividir os encargos domésticos também abalou o relacionamento da arquiteta Daniela Mariano, de 31 anos, que durou seis anos. "Enquanto não tínhamos filhos era tudo ótimo, mas depois a coisa mudou. Comecei a ter de abrir mão da vida; deixei de ser mulher para ser companheira. A gente foi se distanciando", conta.



E, com a separação, cada um recomeçou a vida, de formas diferentes: o ex-marido encontrou outra parceira, Daniela apostou no trabalho. "Ele me segurava muito nesse lado profissional. Hoje, sou muito mais feliz e realizada", garante ela.



A história do casamento que parecia ser um conto de fadas e foi atropelado pela realidade se repetiu para a educadora Margarete Paulino, de 41 anos. Após seis anos de casamento e dois filhos, o amor acabou. "Resolvi sair de casa porque já não havia o que compartilhar. As pessoas melhoram com o tempo, mas ele estacionou. É um ótimo pai, mas como marido faltou responsabilidade no dia a dia e maturidade."



Para facilitar a vida dos casais, a terapeuta Tânia Muller Valiati, coordenadora do centro de psicanálise Espaço Viver Zen, aponta o perfil psicológico das relações propensas às crises:



Sadomasoquista - Quando um parceiro depende do outro para viver



Narcisista - Nos casos em que há um parceiro dominador, que suga a energia do dependente para sentir-se bem



De transferências - Para relações em que marido e mulher invertem seus papéis



Papai e mamãe - Quando os casais excluem o tesão da relação


Fonte:Site do Terra

Homens estão gostando menos de sexo

Diz o senso comum que os homens pensam em sexo a cada minuto. Mas de acordo com um estudo realizado pela Relate, uma instituição britânica que promove o bem-estar dos relacionamentos, essa afirmação pode não mais ser verdadeira. A pesquisa, publicada na Marie Claire inglesa, mostra que é grande o número de homens que admitem estar perdendo a libido.


A terapeuta sexual da Relate, Nina Bryantwith, afirma que o problema vem crescendo e ameaçando relacionamentos. “Quando comecei nesse campo, há 18 anos, era raro um homem reportar desinteresse em sexo. Agora esse problema soma pelo menos um terço dos meus casos”, diz ela.



Especialistas listam razões para isso. Alguns acreditam que os homens estão começando a falar sobre seus sentimentos – o que não acontecia há alguns anos – enquanto outros estão se sentindo mais pressionados pelas responsabilidades de hoje. “Exigimos demais dos homens”, afirma Petra Boynton, psicóloga especialista em relacionamentos. “Espera-se que os homens queiram sexo desde a puberdade até a morte. Mas o desejo masculino pode flutuar pelas mesmas razões das mulheres. Estresse, depressão, cansaço e pressão no trabalho são algumas delas”, diz Petra.







Como lidar então com este “novo homem”? A terapeuta sexual Nina Bryantwith acredita que “focar no sexo” é a pior coisa que uma mulher pode fazer. “Não compre brinquedos em sex shop, por exemplo”, diz ela. “Se a situação está difícil, o melhor a fazer é conversar com o seu parceiro. Disponha-se a ouvi-lo e diga que você está insegura. Em muitos casos, o homem também se sente assim”, afirma.



Além das causas emocionais, há também as físicas. Estudos mostram que um em cada dois homens irão sofrer de impotência em algum momento da vida e muitas vezes isso pode ser sintoma de diabetes ou problemas cardíacos. Excesso de cigarro e bebida também são fatores relevantes. Nesses casos, de novo, o melhor caminho para solucionar a questão é conversar. E também procurar a ajuda de um terapeuta. Afinal, o novo homem está disposto a falar sobre si mesmo, não é?
 Entenderam né? Eles se tornaram "sensíveis" e nós as "comedoras". Aham! Então tá então.

04 dicas para saber se ele está a fim de você

Dicas Totalmente Verdadeiras, meninas!
Dica 1: aprenda a ouvir o silêncio da rejeição



Mulher apaixonada não sabe ouvir um “não”! Pior ainda se você, menina, se enquadra na transa, na ficada de uma noite. O silêncio no celular feminino que sucede uma beijoca é a maior das torturas. “Ele não ligou, mas vai ver que…”



… vai ver que nada, minha Esmeralda. Passou um, passaram dois dias, três dias no máximo, o vibracall não fez cócegas? Esqueça! Homem apaixonado procura. Homem apaixonado não espera. Homem apaixonado é um jamaicano: corredor, veloz, olímpico, campeão, sorridente.



Minha Pequena, a grande qualidade do macho é o orgulho. Um homem, e somente um homem, poderia ser Napoleão. É só engolindo três colheres de traições, umas duas de intriga, uma fatia de ilusão perdida com aquele açucarzinho de inveja e amores perdidos, que se chega à educação sentimental de um sujeito não depilado.



Dica 2: ter esperança engorda



O homem enxuga a alma com cerveja e futebol. E com guerra, bomba atômica e bravata. Essas coisas comezinhas da vida… Tomamos um fora? Pode até doer, vai doer, mas seguimos adiante. É preciso usar cuecas, chuteiras e meião para tocar a bola para frente. Fazer a fila andar.



Vocês deviam aprender isso. Somos bons nisso. Nossa dieta sentimental é potentíssima. É preciso, de novo, ter orgulho para, mesmo querendo, mesmo mendigando de vontade por um sorriso daquela garotinha, pedir a conta ao coração e ordenar ao cérebro para buscar o carro no valet e partir para a próxima boate.



Faça isso. Não dê de comer à sua dor. Para os moços, uma rejeição será sempre guardada no bolso, na carteira, entre a camisinha e o Visa Electron. A gente aprendeu molequinhos que alimentar a esperança deixa o corpo gordo.



Dica 3: os sinais masculinos são claros



Minha Pieta, ao contrário de vocês, moças, que sabem disfarçar o interesse nos jovens mancebos, a natureza não proveu o Juquinha Sapiens com sagacidade, astúcia e destreza. Nossa tática é derrubar o copo. É apertar os bumbuns. É chutar o balde, a canela e o cano. É dizer ou deixar claro, mesmo com o mais tonto dos e-mails, que, sim, estamos a fim de você. Aliás, perceba: quase nunca um homem é simpático por ser simpático. Atrás de cada sorriso masculino, guardada por aquela coluna de dentes, há uma língua e uns três litros de vontade de te fazer deitar na nossa ladainha.



Isso quer dizer que, se a gente estiver mesmo a fim de vocês, seremos chatos e inconvenientes. E claros! Não sabemos disfarçar empolgação. (O que é bem legal quando o sentimento é recíproco: vocês vão curtir serem paparicadas o tempo todo. E a gente vai adorar tomar “um banho de água fresca no lindo lago do amor”).



Dica 4: a vida é encrenca



Quando a gente não quer te amar e você insiste, a nossa caminhada alegre rumo à morte se torna velocíssima. Tudo se torna inferno. Eu não quero você no inferno. O inferno só rende bronzeado. Não faça isso com sua alma! Passe vergonha e protetor na cara, e anote os sinais óbvios que a gente dá, a mensagem óbvia que você não quer ler. Um fora masculino vem basicamente de três formas:



– Se a gente não estiver namorando ninguém, vamos alimentar suas ilusões em troca de passeios ocasionais ao motel. Você vai tomar isso como sinal de amor, e vamos nos aproveitar disso;



– Se a gente nem quiser ver sua fuça, vamos inventar desculpas bizarras para não sair com você, do tipo: “vou assistir a reprise de Coritiba x Nacional de Rolândia na casa do primo do meu amigo. É decisão! É decisão e o juiz marcou um gol!”; “vou pescar no Rio Tietê”; “vou viajar a negócios pro Haiti”. Vai do seu nível de semancol se ligar que o cara está te dando o fora sutilmente, sem querer te magoar



- Eventualmente, faremos coisas que nem percebemos. O famoso movimento “dando milho aos pombos”. Vamos mandar algum e-mail curto e coletivo sobre uma exposição qualquer e você achará que isso é um sinal de satélite para renovar a chance do “nosso amor”. Não e mil vezes não! Se você já se mostrou disponível e ele não foi direto, mil vezes: ELE NÃO TE QUER!



- E não esqueça: a “última que morre” também morre. Não regue demais a esperança. Aprenda que é da vida. Que tudo passa, tudo é passageiro, motorista e cobrador. E que a Beth não Farias diferente. Nem o Reginaldo. Deixa pra lá. Você tentou, você disse, você deixou claro, ele não embarcou na sua jangada?



Enfia minhoca no anzol e taca linha no mar. É hora de tentar uma nova sardinha.


Fonte: Marie Claire

69 Dicas sobre sexo ditas por Mulheres

Wow_by_WASIOLKA.jpgO portal Minha Vida reuniu um time de moças muito bem resolvidas na cama e perguntou o que não pode faltar numa transa inesquecível. O bate-papo rendeu 69 dicas quentíssimas, que você confere a seguir.


1. Massagem é uma delícia, mas detesto ter que pedir. Gosto quando ele me vira de costas e começa fazendo carinho no pescoço, com as pontas dos dedos e, aos poucos, vai usando a mão toda para massagear toda a parte de trás do meu corpo.




2. Adoro sentir a língua do meu namorado, passeando por todo o meu corpo. Saber intercalar movimentos suaves a outros mais rápidos é fundamental.




3. Um elogio, feito na hora certa, acende qualquer transa. A gente fica horas pensando na lingerie que vai usar com o cara, elogiar é o mínimo que ele pode fazer.




4. Tomar a inciativa de apagar ou diminuir a luz é legal, principalmente no começo. Fico mais à vontade e consigo me envolver melhor. Sei que os homens preferem transar com as lâmpadas acesas, então valorizo quando algum deles presta atenção e cede para me agradar.




5. Fazer surpresas é sempre divertido. Gosto quando ele oferece algum acessório para a gente usar, juntos. Mas isso tem que acontecer sem pressão, já teve situações em que recusei o brinquedinho que ele inventou de comprar.




6. Homem tem que ter pegada e saber o que está fazendo. Perguntar se pode tirar a blusa, se pode pôr a mão aqui ou ali azeda completamente o clima.




7. Cama? Haja paciência para ficar só por ali. Gosto quando meu namorado toma a iniciativa e propõe uns lugares ousados para a gente ficar junto.




8. Ter criatividade na hora de colocar a camisinha é muito legal. Já fiquei com caras que fingem não lembrar dela e eu tenho que perguntar se ele tem. Isso corta o barato. Seria muito mais legal ele pegar e me conviar para colocar junto com ele.


Sexo




9. Língua e dedo formam uma combinação mágica. Mas o cara precisa ter paciência e entender os exercícios como um aquecimento. Como todo preparo, só indo com calma para fazer efeito sem machucar.




10. Uns bons apertões no bumbum e nos seios são uma delícia. Mas cada um a seu tempo, sem parecer que você vai virar fumaça daqui a pouco. Os dois precisam curtir os amassos.




11. Mulher sofre para fazer depilação, os caras deveriam seguir o exemplo e, pelo menos, dar uma parada nos pêlos. Adoro quando percebo que ele tomou esse tipo de cuidado.




12. Interromper tudo para ir ao banheiro é o fim do mundo, eles precisam entender que demoramos para pegar embalo. Por isso, é melhor aproveitar a temperatura mais caliente.


13. Quando o cara conhece umas posições diferentes e ensina como ficar nelas, acho o máximo. Sinto segurança e me entrego completamente.




14. Perco os sentidos quando meu namorado me coloca de costas e começa a dar uns puxõezinhos de leve no meu cabelo. Mas tem que ter cuidado para não me deixar com dor-de-cabeça.




15. É muito gostoso quando ele começa a falar umas bobagens no meu ouvido, principalmente quando eu tenho que responder, seja com palavras ou com algum gesto.




16. Deixar umas bebidas à disposição é muito bom. Às vezes, estou me sentindo meio travada e, basta tomar uns goles, que tudo se resolve.




17. Fico excitada quando ele dá um jeito de me irritar, critcando alguma coisa que fiz ou reclamando do tempo que demoro para me vestir, por exemplo. A gente briga feio e, de repente, ele me agarra e tudo se resolve.




18. Pequenas mordidinhas, em lugares onde não consigo enxergar, me deixam louca. Atrás da coxa, no bumbum e nas costas, perto do ombro, são meus lugares favoritos.




19. Adoro quando ele esfria a boca com umas pedras de gelo e, depois, vem me beijar. O choque de temperatura entre minha pele e a língua dele me deixa toda arrepiada.




20. Gosto quando ele faz mil peripécias nas preliminares e, depois de abusar da criatividade, coloca uma venda nos meus olhos e me obriga a ficar quietinha, esperando que ele tome conta da situação.






21. Uma vez, meu namorado amarrou minhas mãos e não me deixou fazer nada, nem tirar a roupa. Ele fazia tudo bem devagarinho, demorando uma hora para abrir cada botão da minha blusa. Nem preciso dizer que, quando não restava mais nada e ele me soltou, parti para cima com o maior tesão do mundo.




22. Escolher a música certa é aposta garantida para um clima fervilhante. Mas nada daquela chateação de ficar trocando o CD ou pulando os arquivos, o cara precisa pensar nisso tudo antes e já montar uma seleção na ordem correta.




23. Esquentar o clima numa banheira com água bem morninha é muito bom. Ajuda a relaxar e transforma até um papai-e-mamãe numa brincadeira superinteressante.




24. Ganhar carinho depois de tudo é muito bom, fico me sentindo querida e ainda mais desejada. O cara mostra que não é homem para uma noite só e isso me incentiva a pensar em maneiras de incendiar nossas ficadas.




25. Adoro usar espartilho, porque me sinto mais sensual. Acho incrível quando meu namorado vai tirando cada peça e comentando, no meu ouvido, como fico bem com elas.




26. Com as luzes totalmente apagadas, enlouqueço quando ele resolve brincar de esconde-esconde. No nosso jogo, quem conseguir encontrar o outro tem a direito a fazer um pedido que será atendido imediatamente.




27. Joguinhos de sedução sempre me deixam mais acesa. Às vezes, marco de sair com meu namorado e, durante o caminho, ele fica me mandando mensagens picantes pelo celular. Na maioria das vezes, demoramos um pouco para pôr os pés fora de casa.




28. Fomos jantar na casa dos pais dele contra minha vontade, porque detesto minha sogra. Mas, mal sabia, que ele tinha me reservado uma surpresa. No meio da noite, demos um jeito de escapar para o quarto que era dele na infância. Lá, ele tinha montado um esquema genial, com um monte de flores espalhadas na cama e no chão. Acho que nunca senti tanto apetite na minha vida.




29. Filmes pornôs normalmente são insuportáveis, mas uma boa hsitória erótica é sensacional para ativar a libido. Normalmente, elas rendem boas inspirações para o resto da semana.




30. Para a transa funcionar, o cara tem que olhar nos meus olhos. Se ele fica disfarçando, acho que ele está com o pensamento nas nuvens e não consigo me envolver. E, fechar os olhos, só quando já está quase chegando lá.


Sexo




31. Apimentar o sexo oral é sempre legal, gosto quando o cara chupa um drops extra-forte e, depois, toma um gole de água. É parecido com gelo, mas um pouco mais excitante.




32. Passar uma camada bem fininha de óleo de massagem (e transar com ele espalhado pelo corpo) é de enlouquecer. Mas tem que ser aqueles produtos cheirosinhos, ou a gente se sente um verdadeiro pote de margarina.




33. Na hora h, gosto quando o cara comenta (em voz baixa), como é gostoso o movimento que estou fazendo. Esse tipo de elogio faz com que eu me empenhe ainda mais para agradar.




34. Vou ao delírio quando, antes de tirar minha calcinha, o cara fica brincando com ela. Vale puxar as alcinhas, brincar com os lacinhos, puxar para um dos lados, acho que é uma das coisas que mais me deixa excitada.




35. Dançar só de camisola, bem agarradinhos, é uma delícia. Num dia bem frio, já estava deitada com meu marido. De repente, ele se levantou e ligou o som com uma música bem sexy. Foi até a cama e me puxou (nem tive tempo de reagir) e começamos a dançar, bem coladinhos. Antes da música acabar, já tínhamos voltado para a cama. Só que, desta vez, dispensamos o edredon.


Sunset_by_WASIOLKA.jpg


36. Gosto quando o cara me deixa ficar por cima durante toda a transa. Melhor ainda quando ele me deixa fazer as coisas no meu ritmo e dá sinais de que está curtindo.




37. Iniciativas ousadas são sempre as melhores, mas o cara precisa segurar a onda e insistir. Teve um dia que fui a um bar e fiquei trocando olhares com o vocalista da banda que estava tocando. Num dos intervalos, a gente se encontrou na pista, ele me reconheceu e, num puxão forte, segurou no meu braço e me levou até o banheiro de deficientes. O perigo de sermos descobertos transformou aquela rapidinha numa transa inesquecível.




38. Odeio calcinhas que marcam a roupa e, às vezes, saio sem. Numa ocasião dessas, coloquei uma saia e, no restaurante, avisei meu namorado que estava sem roupa íntima. Ele foi o máximo! Com muito cuidado, aproximou a cadeira da mesa, levantou a perna e começou a se esfregar em mim. Mas me fiz de difícil e fiz com que ele esperasse pela refeição completa, com direito a duas sobremesas - a segunda, no motel0.




39. Meu namorado é super-romântico e adora levar meu café-da-manhã na cama, quando dormimos juntos. Teve um dia, que ele preparou o meu suco preferido: abacaxi com hortelã e, na hora de pôr a bandeja no meu colo, acabou derrubando tudo em cima de mim. Em poucos segundos, ele resolveu a situação e, com muita disposição, começou a lamber todo o líquido derramado.




40. Eu sou vidrada em tatuagens, mas meu namorado detesta. Um dia, no entanto, ele me surpreendeu. Chegou em casa dizendo que tinha feito duas, bem pequeninhas, em lugares inusitados. Para encontrar, eu ia dizendo as regiões do corpo e ele respondia se estava quente ou frio. Quando a temperatura subia, ele me recompensava com bons amassos até que, no final, desisti de descobrir onde estavam as tatuagens. Chegar perto ficou muito mais divertido.


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41. Na maioria dos meus looks, incluo uma meia-calça - uma peça simples que deixa as pernas muito mais sensuais, na minha opinião. Mas meu namorado detesta e nem encosta nas minhas pernas quando estou de meia. Num dia de revolta, ele partiu para cima de mim no carro e rasgou a meia inteira com as mãos. Fiquei boquiaberta e reagi na hora, precisamos até parar no acostamento.




42. Gosto muito de brincar com aqueles dadinhos do amor. Minha melhor experiência aconteceu quando meu namorado levou um amigo para jogar com a gente e me deixou livre para escolher com qual dos dois queria cumprir o destino surgido a cada arremesso. Nossa relação ficou muito mais forte depois daquele dia.




43. Tive um ex que me achava parecida com a Mel Lisboa, que eu acho linda. Num dia, ele apareceu em casa com a Playboy dela e sugeriu que a gente imitasse as poses da revista. Para ele me fotografar. Fiquei me sentindo uma diva




.44. Provocar (e ver que as provocações estão surtindo efeito) é uma das melhores sensações de esquenta. Depois do banho, levo horas passando cremes pelo corpo e, quando meu namorado está em casa, façoisso em posições para lá de insinuantes. Vou às estrelas no momento em que ele não agüenta mais olhar e parte para cima.




45. No meu caso, paciência é fundamental. Na primeira vez que saí com meu atual namorado, foi incrível: a gente tomou um banho delicioso na hidro, com muita espuma, depois ele fez massagem no meu corpo todo e, quando a gente não aguentava mais segurar, ficamos juntos. Foi a melhor noite da minha vida.




46. Preciso sentir o cara por inteiro junto comigo. Adoro quando, em vez de ficar passeando com a mão, ele segura firme na minha cintura e vai apertando e soltando meu quadril de acordo com os movimentos que a gente faz.




47. Homem que grita ou fala palavrão na cama é um horror. Adoro quando o cara sabe falar umas sacanagens, mas tem que ser baixinho e no meu ouvido. Uns gemidos na hora certa também empolgam.




48. Sugerir novas posições é um jeito diferente de mostrar que está a fim. Para mim, quando o cara faz isso, mostra que ficou pensando no momento que a gente ia ficar juntos de novo e arrumou uma maneira de transformar aquilo num encontro único. Ah, mas não precisa ser uma pose de contorcionista ou a gente corre o risco de se machucar e acabar não fazendo a parte mais divertida do exercício.


49. Alguns sabores abrem o apetite. Na minha lista, chocolate e champagne estão no topo. Uma calda bem cremosa, espalhada pelo corpo, atiça qualquer libido. E a bebida mata a sede, depois do esforço.




50. Ganhar presentes é ótimo em qualquer situação, mas receber um conjunto de lingerie ou uma camisola supersexy (e ter a chance usar em seguida) é uma delícia. Meu namorado sempre faz isso e já sabe vestir e arrancar meus sutiãs melhor do que eu.


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51. Perfumes me deixam louca, adoro quando dou a sorte de ficar com um cara muito cheiroso que, só de me abraçar, já transfere aquele cheiro para mim. Grudo nele e só me separo quando o suor é tanto que não conseguimos mais ficar agarrados.




52. A nuca, para mim, é uma zona mágica. Meu namorado já descobriu e aproveita. Ás vezes, estamos num bar e ele esfrega um copo com drink bem gelado no meu pescoço. Fico toda arrepiada. A seqüência inclui esfregadinhas com os dedos até chegar no delírio absoluto, quando ele me beija com todos movimentos e velocidades possíveis de que uma língua é capaz.




53. Fico superexcitada quando, antes de transar, meu namorado permite que eu fique me arrastando inteira sobre o corpo dele, sentindo o toque das pernas, do peito, dos braços com outras partes do meu corpo, além da mão. São outros tipos de toque, que revelam o grau da nossaintimidade.




54. Gosto quando dou sorte de sair com caras que não tenham preconceito quando a mulher toma a iniciativa. Meu ex-namorado sempre elogiava minha ousadia e, com isso, eu vivia pesquisando coisas novas para a gente experimentar.




55. Viver personagens na cama me leva à loucura. Usando fantasias e sendo chamada por um nome que não é meu, adquiro uma personalidade nova e fico muito mais descontraída. Mas prefiro quando o homem toma a iniciativa e providencia todos os preparativos.




56. Adoro dar ordens e ser obedecida, claro. Na hora H, meu namorado segue direitinho a minha cartilha, beijando, apalpando e esfregando onde eu quero e do jeito que eu peço.




57. Deixar o computador num ângulo em que a webcam possa captar todas as nossas pegadas me deixa louca. Costumo gravar tudo e assistir em seguida. É ótimo para aprimorar o desempenho - e para receber elogios também.




58. Acho as velas um item bastante romântico, gosto de transar com a luz apagada e algumas chamas espalhadas pelo quarto, em locais estratégicos. Quando o clima está pegando fogo, vou ao delírio se o cara pega uma delas e pinga umas gotinhas de cêra na minha barriga ou nas minhas costas. Mas tem que ser de surpresa para fazer efeito




59. Um bom colo, com carinho e uma pegada forte, é meio caminho andado para uma transa inesquecível. Se o cara tiver mesmo a manha, tudo se resolve ali mesmo, sentados (e com muito conforto).




60. O meu maior afrodisíaco chama-se ciúmes. Ainda não consegui ficar com nenhum cara que topasse outro homem na nossa cama. Então, normalmente, faço a festa quando meu namorado aceita que eu fique usando uns brinquedinhos na frente. Se ele me der uma mãozinha, então...


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Eyes____by_XBrokenMemoriesX.jpg61. Este é meu teste para saber se vale a pena investir no cara. A gente começa as preliminares na sala e, enquanto isso, deixo o ar condicionado do quarto no mínimo. Quando nós dois já estamos para explodir, arrasto ele para a cama e continuamos o namoro por lá. No meu teste, são aprovados os homens que não me deixam sentir frio.




62. Em casa, meu namorado dorme separado de mim por impsição dos meus pais. Mas, no meio da noite, ele escapa e vem parar na minha cama. Transamos sem fazer o menor ruído. A sensação de perigo e a obrigação de ficar quietos aumentam nossa tensão - e o meu tesão.




63. Uma mordida no lugar certo é uma delícia, desperta um instinto animal que, normalmente, eu não revelo nem sob pressão. Onde é o lugar certo? Dependo do cara e da posição em que ele me pega.




64. Bancar a streaper é muito legal, desde que o cara aceite as regras e espere o momento de agir. Vale rebolar na frente dele, esfregar as pernas e insinuar depravações. Mas ele tem que assistir a tudo quietinho. Quando eu também não agüento mais esperar, dou o sinal verde.




65. Depois que consigo intimidade, gosto de amarrar as mãos dele e as minhas. Assim, sem o apoio delas, temos de dar um jeito de encontrar um encaixe que funcione perfeitamente. Até hoje, nunca falhou.




66. Aguçar a percepção dele é diversão certa na minha cama. Coloco uma faixa nos olhos dele e deixo uma série de frutas, sucos e comidinhas por perto. Passo os ingredientes no meu corpo e peço que ele prove. Até adivinhar que sabor está degustando. Depois disso, é a vez de estimular o meu tato.




Fico com os olhos vendados e ele desliza, pelo meu corpo todo, esponjinhas, toalhas e tecidos umedecidos numa solução de água morna e essências perfumadas.




67. Contos eróticos são munição certa para a nossa imaginação. Gosto quando, à noite, meu namorado abre um dos meus livros (tenho pilhas deles) e começa a ler um trecho. A gente começa mordendo os lábios, vai chegando mais perto, mexendo as mãos... mas só deixo que ele parta para a definitiva quando o capítulo termina - a essa altura, já estou a mil quilômetros por segundo.




68. Sem pressa, é o máximo quando meu namorado consegue tirar minha roupa só usando a boca e os dentes. Para deixá-lo mais animadinho, prefiro usar uma saia nesses dias - afinal, se o desespero for muito (ou a habilidade for pouca), conseguimos continuar a aventura sem decepção.




69. Verdade imbatível: adoro os homens que são (ou parecem) insaciáveis. Não existe nada pior do que o terrível cigarro com soninho após uma transa, por mais maravilhosa que seja. Se o cara cansar mesmo, que pelo menos guarde o mínimo de energia para fazer carinho em mim, até que dois adormeçam.


E os meninos, será que concordam?