Get Paid To Promote, Get Paid To Popup, Get Paid Display Banner
Showing posts with label Utilidade Pública. Show all posts
Showing posts with label Utilidade Pública. Show all posts

18 de maio e o Caso Araceli





18 de maio é uma data importante. É o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.




1-18maio)700


E em nosso país isso ainda está longe de acontecer, crianças são maltratadas, abusadas, assassinadas e a lei para coibir tudo isso é muito branda. Há ainda também o silêncio, a coação, as chantagens, as agressões e o medo. Minha mãe fala que a violência desse jeito é coisa dessa era e que no tempo dela não acontecia tanta coisa como agora. Dou risada e explico gentilmente que agora a diferença é que aparece na mídia, tem a internet, tem menos medo (mas ainda tem) e cito o caso Araceli que é de 1973. Antes não se sabia o que acontecia nos outros estados, no Brasil como um todo com tanta velocidade. E toda essa informação também gera um desespero. É assistir aos jornais e ver que a violência principalmente contra as crianças está aí na nossa cara. Está acontecendo dia a dia com nossas crianças e adolescentes. É preciso que a sociedade se una com esse propósitos: proteção e denúncia. e nossos governantes precisam rever o código penal e fazer mais contra o aumento de crimes em nosso país.







A ideia de se celebrar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes surgiu em 1998, quando cerca de 80 entidades públicas e privadas reuniram-se na Bahia para o 1º Encontro do ECPAT no Brasil.





O ECPAT é uma organização internacional que luta pelo fim da exploração sexual e comercial de crianças surgida na Tailândia. Assim sendo, a então deputada federal Rita Camata, atuando como presidente da Frente Parlamentar pela Criança e Adolescente da Câmara dos Deputados, propôs um projeto de lei que estabelecia o dia da morte de Aracelli como Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.





A Lei N° 9.970 foi sancionada em 17 de maio de 2000. Desde então, entidades que atuam em defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes promovem atividades em todo o país para conscientizar a sociedade e as autoridades sobre a gravidade dos crimes de violência sexual cometidos contra menores.





Em 18 de maio de 1973 desaparecia a menina Araceli, um crime brutal e horrendo sem justiça até os dias de hoje.









araceli-cabrera-crespo

ENTENDA O CASO ARACELI





Aracelli Cabrera Sanches Crespo (Vitória, 2 de julho de 1964 – Vitória, 18 de maio de 1973) foi uma criança brasileira assassinada violentamente em 18 de maio de 1973. Seu corpo foi encontrado somente seis dias depois, desfigurado e com marcas de abuso sexual. Vinte e sete anos depois, a data de sua morte, 18 de maio, foi transformada no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes pelo Congresso Nacional.







O crime







 




Durante mais de três anos, na década de 70, pouca gente ousou abrir a gaveta do Instituto Médico-Legal de Vitória, no Espírito Santo, onde se encontrava o corpo de uma menina de nove anos incompletos. E havia motivos para isso. Além de o corpo estar barbaramente seviciado e desfigurado com ácido, se interessar pelo caso significava comprar briga com as mais poderosas famílias do estado, cujos filhos estavam sendo acusados do hediondo crime. Pelo menos duas pessoas já tinham morrido em circunstâncias misteriosas por se envolverem com o assunto.




Ainda assim, corajosos enfrentavam os poderosos exigindo justiça, tanto que o corpo permanecia insepulto na fria gaveta, como se fosse a última trincheira da resistência. O nome da menina era Araceli Cabrera Crespo e seu martírio significou tanto que o dia 18 de maio – data em que ela desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida – se transformou no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.









Por uma dessas cruéis ironias, Jardim dos Anjos era onde ficava um casarão, na Praia de Canto, usado por um grupo de viciados de Vitória (ES) para promover orgias regadas a LSD, cocaína e álcool, nas quais muitas vítimas eram crianças – anjos do sexo feminino. Entre a turma de toxicômanos, era conhecida a atração que Paulo Constanteen Helal, o Paulinho, e Dante de Brito Michelini, o Dantinho, líderes do grupo, sentiam por menininhas. Dizia-se, sempre a boca pequena, que eles drogavam e violentavam meninas e adolescentes no casarão e em apartamentos mantidos exclusivamente para festas de embalo. O comércio de drogas era, e é muito enraizado naquela cidade. O Bar Franciscano, da família Michelini, era apontado como um ponto conhecido de tráfico e consumo livres.




araceli-desaparecida








Suspeitas sobre a mãe da menina







Araceli vivia com o pai Gabriel Sanches Crespo, eletricista do Porto de Vitória, amãe Lola, boliviana radicada no país, e o irmão Carlinhos, alguns anos mais velho que ela. Na casa modesta, localizada na Rua São Paulo, bairro de Fátima, era mantido o viralata Radar, xodó da menina, que o criava desde pequenino. Segundo o escritor José Louzeiro que acompanhou o caso de perto e o transformou no livro “Araceli, Meu Amor” – o nome Radar foi escolhido pela garota “para que o animal sempre a encontrasse”. Araceli estudava perto de casa, no Colégio São Pedro, na Praia do Suá, e mantinha urna rotina dificilmente quebrada. Ela saía da escola, no fim da tarde, e ia para um ponto de ônibus ali perto, quase na porta de um bar, onde invariavelmente brincava com um gato que vivia por ali.




No dia 18 de maio de 1973, uma sexta-feira, a rotina de Araceli foi alterada. Ela não apareceu em casa e o pai, num velho Fusca, saiu a procurá-la pelas casas de amigos e conhecidos, até chegar ao centro de Vitória. Nada. A menina não estava em lugar algum. 

caso-araceli




Só restou a Gabriel comunicar a Lola que a filha estava desaparecida e que tinha deixado seu retrato em redações de jornais, na esperança de que fosse, realmente, somente um desaparecimento. No dia seguinte, quando foi ao colégio para conseguir mais informações, Gabriel ficou sabendo que a menina tinha saído mais cedo da escola. De acordo com a professora Marlene Stefanon, Araceli tinha “ido embora para casa por volta das quatro e meia da tarde, como a mãe mandou pedir num bilhete”.









Na véspera, Lola tivera uma reação aparentemente normal ao constatar a demora da filha em chegar em casa. Primeiro, ficou enervada; depois, preocupada. No sábado, tarde da noite, sofreu uma crise nervosa e precisou ser internada no Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia. Ainda no início do processo, acabariam pesando sobre ela fortes suspeitas e graves acusações. Lola foi apontada como viciada e traficante de cocaína, fornecedora da droga para pessoas influentes da cidade e até amante de Jorge Michelini, tio de Dantinho. E mais: ela era irmã de traficantes de Santa Cruz de La Sierra, para onde se mudou tão logo o caso ganhou dimensão, deixando para trás o marido Gabriel e o outro filho, Carlinhos. Não se sabe até onde Lola facilitou ou estimulou a cobiça dos assassinos em relação a Araceli.









Menina era usada no tráfico de drogas









A respeito de Dantinho e de Paulinho Helal, dizia-se que uma de suas diversões durante o dia era rondar os colégios da cidade em busca de possíveis vítimas, apostando na impunidade que o dinheiro dos pais podia comprar.Dante Barros Michelini era rico exportador de café (tão ligado a Dantinho que chegou a ser preso, acusado de tumultuar o inquérito para livrar o filho).Constanteen Helal, pai de Paulinho, era comerciante riquíssimo e poderoso membro da maçonaria capixaba. Seus negócios também incluíam imóveis, hotéis, fazendas e casas comerciais. Já o eletricista Gabriel, seu maior tesouro era a filha. 





No domingo, ele foi à delegacia dar queixa, onde lhe foi dito que tudo seria feito para encontrar Araceli. Na Santa Casa, ele contou a Lola o resultado de sua busca e falou da garantia dos policiais de que tudo acabaria bem. Lola pareceu não acreditar – e chorou. 





O escritor José Louzeiro não tem dúvida:




Lola foi, indiretamente, a causadora do hediondo crime de que sua filha foi vítima. “Na sexta-feira, a mando da mãe, Araceli tinha ido levar um envelope no edifício Apoio, no Centro de Vitória, ainda em construção, mas que já tinha uns três ou quatro apartamentos prontos, no 8º andar. A menina não sabia, mas o envelope continha drogas. Num dos apartamentos, Paulinho Helal, Dantinho e outros se drogavam. Ela chegou, foi agarrada e não saiu mais com vida”, conta o escritor.




O que aconteceu realmente com Araceli Cabrera Crespo talvez nunca se saiba. E talvez, seja bom mesmo não conhecer os detalhes, tamanha é a brutalidade que o exame de corpo delito deixa entrever. 

caso-araceli-2

A menina foi estupidamente martirizada. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo. Sua vagina, seu peito e sua barriga tinham marcas de dentes. Seu queixo foi deslocado com um golpe. Finalmente, seu corpo – o rosto, principalmente – foi desfigurado com ácido.









Corrupção e cumplicidade da polícia







Seis dias depois do massacre da menina, um moleque caçava passarinhos num terreno baldio atrás do Hospital Infantil Menino Jesus, na Praia Comprida, perto do Centro da capital. Mas o que ele encontrou foi o corpo despido e desfigurado de Araceli. Começou, então, a ser tecida uma rede de cumplicidade e corrupção, que envolveu a polícia e o judiciário e impediu a apuração do crime e o julgamento dos acusados por uma sociedade silenciada pelo medo e oprimida pelo abuso de poder.




casoaraceli




Dois meses após o aparecimento do corpo, num dia qualquer de julho de 1973, o superintendente de Polícia Civil do Espírito Santo, Gilberto Barros Faria, fez uma revelação bombástica. Ele afirmou que já sabia o nome dos criminosos, vários, e que a população de Vitória ficaria estarrecida quando fossem anunciados, no dia seguinte. Barros havia retirado cabelos de um pente usado por Araceli e do corpo encontrado e levado para exames em Brasília. confirmando que eram iguais. Por que a providência? Até então, havia dúvidas que era de Araceli o corpo que apareceu desfigurado no terreno baldio. Gabriel sabia que era o da filha – ele o reconheceu por um sinal de nascença, num dos dedos dos pés. Mas Lola disse o contrário. Assim que se recuperou, ela foi ao IML reconhecer o corpo e afirmou que não era de sua filha. Louzeiro recorda um outro fato a respeito disso, altamente elucidativo. Certo dia, Gabriel levou o cachorro Radar ao IML só para confirmar, ainda mais sua certeza. Não deu outra: mesmo com a gaveta fechada, animal agiu realmente como um radar, como Araceli premonizara, e foi direto à geladeira onde estava o corpo de sua dona.







O delegado muda de opinião




Porém, sem que explicasse o porquê (na noite anterior, ele tivera um encontro com Dante Michelini), Barros Faria mudou de opinião e, ao invés de estarrecer a população de Vitória, provocou riso e deboche por uma lado, e revolta, por outro. O assassino de Araceli, segundo ele, era um velho negro, demente, que perambulava pela Praia do Suá, perto da escola da menina. Começava a escalada de suborno, ou de medo. Coisa que não fazia parte do caráter de um sargento da Polícia Militar, lotado no serviço secreto, e de um vereador do MDB de Vitória. 





O primeiro, Homero Dias, acabaria pagando com a vida as investigações que fez. Certo de que estava mexendo em casa de marimbondos, o sargento Homero procurava se cercar de muito cuidado durante suas investigações. Tudo que apurava, ele comunicava a seu superior imediato, ocapitão Manoel Araújo, também delegado de polícia, em quem confiava. 





A esposa, Elza, e ao sogro, João Dias, confidenciou certa vez: “Já tenho material para incriminar muita gente. Acho que o capitão Araújo já pode interrogar o filho de Constanteen Helal.”






Repentinamente, Homero foi afastado do caso pelo próprio capitão Araújo e recebeu ordens de perseguir o traficante José Paulo Barbosa. o Paulinho Boca Negra, na ilha do Príncipe. Na operação, Homero foi atingido nas costas e morreu





O próprio Boca Negra diria depois, na Penitenciária de Vitória, até ser calado para sempre, tempos após, com 27 facadas:






“Quem matou o sargento Homero foi o soldado da PM que estava com ele. Eu vi quando ele atirou.”




araceli








Evidências apontam para Helal e Dantinho









O vereador era Clério Vieira Falcão, falecido há cerca de seis anos, que travou incansável luta para botar na cadeia os assassinos de Araceli. Ele deflagrou uma campanha, que repercutiu em todo o país, exigindo a apuração do crime e a apuração dos culpados, que apontava: Dante de Brito Michelini, Paulo Constanteen Helal e a amante deste, Marisley Fernandes Muniz, viciada em drogas. O nome dela surgiu no caso graças à paciente investigação feita pelo perito Asdrúbal de Lima Cabral, o Dudu, que, com a ajuda de seu colega carioca Carlos Éboli, também muito contribuiu para que o caso não fosse esquecido. Louzeiro recorda, por exemplo, que certa ocasião Dudu seguiu a mãe de Araceli, Lola, até São Paulo. Ela tinha saído de Vitória vestida praticamente como uma mendiga e, num hotel da capital paulista, vestira roupas elegantes e embarcara num avião para a Bolívia. Motivo: comprar drogas para a gangue dos acusados, mesmo após a morte da filha.









Eleito deputado, Clério Falcão conseguiu formar uma CPI para apurar o caso, que obteve mais resultados que a própria polícia. Ouvida na CPI, Marisley Fernandes declarou que o casarão do Jardim dos Anjos era reduto de festas de filhos de milionários, onde se consumia grandes quantidades de cocaína e LSD.









Ela também disse, mas depois negou, que Paulinho Helal a tinha levado ao local onde estava o corpo de Araceli, num carro onde havia um frasco com um líquido amarelo e luvas. O objetivo dele, segundo a amante, era ver se precisava despejar mais ácido no cadáver para dificultar o reconhecimento. Também convocado a depor na CPI, o perito Carlos Éboli disse que os assassinos deram uma dose excessiva de LSD a Araceli.









O Caso Araceli também fez vítimas do lado dos acusados. Uma delas foi o jovem Fortunato Piccin, um viciado que perdia completamente a razão quando se drogava em excesso. Ele foi apontado pelo capitão Manoel Araújo como suspeito do crime e morreu depois de tomar um remédio trocado, na Santa Casa de Misericórdia de Vitória, da qual Constanteen Helal era provedor. Também há suspeitas de que o próprio Jorge Michelini, tio de Dantinho, tenha sido eliminado por ameaçar contar tudo que sabia. Numa madrugada, o carro que dirigia foi atingido pelo ônibus de uma empresa, cujos veículos só circulavam até meia-noite. 





Segundo Louzeiro, outros dois assassinados foram um mecânico que prestava serviços para Paulinho Helal e o porteiro do Edifício Apolo.






O corpo de Araceli, segundo as investigações, teria sido levado num Karmann-Ghia do Edifício Apolo para o Bar Franciscano, onde ficou dentro de uma geladeira. Posteriormente, o corpo teria sido conduzido à Santa Casa de Misericórdia, com a cumplicidade do funcionário do serviço de necrópsia Arnaldo Neres, que viraria depois dono de funerária. 




araceli-irmao

Finalmente, o cadáver da menina foi deixado no terreno baldio. Muita gente viu e soube do que estava acontecendo durante aqueles dias. Os carrascos de Araceli fizeram tudo quase abertamente, tal a certeza da impunidade.





O inquérito policial não passou de uma farsa e o longo processo judicial não conseguiu transformar evidências em provas.






Ainda assim, em agosto de 1977, o juiz Hilton Sily (falecido em abril passado), determinou a prisão de Dante de Brito Michelini e Paulo Constanteen Helal, pelo assassinato de Araceli, e de Dante Barros Michelini, acusado de tumultuar o inquérito para livrar o filho. Em outubro do mesmo ano eles já estavam soltos e o juiz havia sido “promovido” a desembargador. Em 1980, Dantinho e Paulinho foram julgados e condenados, mas a sentença foi anulada.





Em novo julgamento, realizado em 1991, os reús foram absolvidos.






O crime já prescreveu. Mas o Caso Araceli é uma ferida que nunca cicatrizou completamente. Mexer com o assunto em Vitória ainda desperta medo, revolta e incredulidade.









Fonte: Pedro Argemiro, revista Crimes Que Abalaram o Brasil














livros-araceli

Queima de Arquivo





De acordo com o relato de José Louzeiro, autor do livro Aracelli, Meu Amor, o caso produziu 14 mortes, desde possíveis testemunhas até pessoas interessadas em desvendar o crime. Ele próprio, enquanto investigava o crime em Vitória para produzir seu livro-reportagem, teria sido alvo de "queima de arquivo". De acordo com ele, um funcionário de hotel, pertencente à família Helal, teria lhe alertado de que estava correndo risco de morte. A partir de então, Louzeiro passou a preencher ficha num hotel e se hospedar em outro. Araceli foi sepultada, 3 anos depois, no Cemitério Municipal de Serra-Sede, no túmulo de número 1213, na cidade de Serra.








caso-araceli-pedofilia




ATUALMENTE SOBRE OS ACUSADOS


 






Constanteen Helal:empresário, membro vigilante da maçonaria,diretor executivo da escola do exército do Espírito Santo e membro da diretoria da Assembleia legislativa do Es. Ele tem 93 anos.





Dante de Barros Michelini: empresário,exportador de café,ajudou no crescimento na época da ditadura no ES.É aposentado,mas ainda assim tem ligação total com toda a polícia, imprensa,poder judiciário do estado do ES. Ele tem 91 anos.





Dante de Brito Michelini: empresário,dono de vários estabelecimentos comerciais ,varejistas e hoteleiros no ES.Ele tem 60 anos.


Paulo Constanteen Helal:empresário,amigo de advogados ,viúvo e tem seu filho,que é advogado na assembleia legislativa do ES. Ele tem 60 anos.





Antonio Cláudio Guerra: Na época,amigo de Constanteen Helal,membro da maçonaria também.Foi delegado e executou várias mortes,inclusive de algumas testemunhas do Caso Araceli.Hoje ele é pastor da assembleia de deus.Ele tem 71 anos.







Fontes: Caso Araceli /Facebook / Orkut /  Brasil Sem pedofilia


* O pai de Araceli morreu em 2001. A mãe continua viva na Bolívia.

11 de Setembro

 

 

 


 

Meu momento de silêncio e oração para as vítimas que estarão em nossas memórias para sempre.



060911-F-9471G-005

My moment of silence in prayer and forever memories.

Kate McCann, mãe de Madeleine,não acha que a filha morreu







Kate McCann, mãe de Madeleine, não perde a esperança de encontrar a filha e dá detalhes do caso no livro que será lançado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, a partir desta sexta-feira 02 de setembro de 2011.


Créditos da Notícia: http://revistamarieclaire.globo.com/ Por Livia Deodato 









Sua fala é pausada e a voz parece estar constantemente embargada por um choro prestes a romper. É difícil mensurar a dor e a tristeza sentidas por Kate McCann, quatro anos depois do desaparecimento de sua filha Madeleine. Hoje com 43 anos, a britânica não desistiu da procura pela primogênita. Ela abandonou a medicina e, desde o dia 3 de maio de 2007, se dedica exclusivamente a reunir informações enviadas por pessoas de todo o mundo que acreditam ter encontrado a menina – se estiver viva, ela tem 8 anos (no sitewww.findmadeleine.com, há uma projeção de sua atual fisionomia).

















A polícia arquivou oficialmente o caso em julho de 2008. Mas Kate e sua família, não. O livro que leva o nome "Madeleine" foi lançado na Inglaterra e em Portugal em maio e agora chega ao Brasil (Editora Prumo, 440 págs., R$ 49,90). Baseado no diário escrito por Kate ao longo dos anos e no inquérito policial, o livro levanta a hipótese de sequestro por uma rede de pedofilia, critica a investigação conduzida pela polícia portuguesa (e a falta de ação da britânica) e fala da crise que se instalou no casamento entre Kate e Gerry, pai de Madeleine. Os filhos mais novos, os gêmeos Sean e Amelie, hoje com 6 anos e meio,continuam perguntando sobre a irmã mais velha e explicam aos amiguinhos que “a mamãe costumava ser médica, mas agora está procurando por Madeleine”.

“Ainda há esperança. Vivemos numa espécie de limbo desde que ela sumiu, mas não podemos desistir”, diz Kate, na entrevista exclusiva que ela concedeu a Marie Claire.

Marie Claire - Como você se sente hoje? E como estão Gerry e os gêmeos?

Kate McCann - Muito bem, se considerarmos tudo o que passamos. Estamos muito mais fortes. Agora, procuramos pelo equilíbrio. Gerry trabalha em tempo integral e o meu trabalho tem sido continuar a busca por Madeleine. Agora também temos a chance de fazer várias coisas normais, de família, como levar Sean e Amelie para a escola.

MC - Os gêmeos fazem perguntas frequentes sobre Madeleine?

KM - Não todos os dias, mas com uma certa frequência. O desaparecimento dela também faz parte da vida deles. Eles entendem o que aconteceu e o que estamos tentando fazer. No entendimento deles é muito simples: “Madeleine está desaparecida e temos de encontrá-la.” Conversamos sempre sobre o resgate, sobre o que vamos fazer quando ela voltar para casa, sobre esperança.



MC - A esperança de encontrar Madeleine se tornou a razão de sua vida. Qual será a sua reação se descobrir que ela está morta?

KM - Infelizmente, eu considero todas as possibilidades. Nos últimos dias, só consigo pensar no pior. Mas ainda temos esperança, de qualquer modo. Eu li sobre muitos outros casos, de famílias que conseguiram recuperar seus filhos após décadas de desaparecimento. Não podemos desistir. É duro não saber sobre o paradeiro dela – estamos vivendo numa espécie de limbo desde que ela sumiu. E é tão difícil de sacudir a poeira e se reeguer. Temos de continuar à procura.

MC - Você não trabalha mais? Dedica-se o tempo todo à busca de Madeleine? 

KM - Eu não exerço mais a medicina. Os últimos quatro anos provavelmente foram os anos em que estive mais ocupada da minha vida “profissional”. Passei muito tempo visitando os arquivos da polícia, escrevendo o meu livro e também lançando campanhas de busca por Madeleine. Até mesmo para abrir o Gmail, leva-se muito tempo. Sean e Amelie entenderam e sempre dizem aos amiguinhos: “a mamãe costumava ser médica, mas agora está procurando por Madeleine”. Enquanto não a encontramos, há ainda muito trabalho a ser feito.

MC - Você continua contando com a polícia na busca por ela?

KM - O trabalho oficial da polícia foi encerrado em julho de 2008. Seguimos com uma investigação particular e temos contado com a incrível ajuda das pessoas, que tiram férias, continuam procurando por ela, fotografam quem pensam que é Madeleine e nos enviam.

MC - A notícia mais recente, de que Madeleine poderia ter sido encontrada na Índia, te trouxe alguma esperança maior?

KM - Nós recebemos dezenas de notícias diariamente sobre supostos paradeiros de Madeleine. Neste caso, a diferença foi que essa informação acabou chegando à mídia, que acompanhou e levou à repercussão. No entanto, o fato de ela supostamente ter sido encontrada na Índia me dá mais força: até mesmo a essa distância, eu posso contar com a ajuda das pessoas, que continuam procurando por ela.

MC - Existe algum motivo para você sorrir hoje?

KM - Por um bom tempo, não me permiti desfrutar da vida e me sentia culpada se o fizesse. Mas o fato é que se eu não tivesse dado um tempo, não teria de onde mais tirar forças para continuar as buscas. Tenho outras duas crianças e agora estou mais forte. Sinto-me mais capaz de curtir a vida – e faço isso por Madeleine.

MC - Você consegue sentir a presença de Madeleine?

KM - Eu não acho que ela morreu. Qualquer mãe se sentiria assim. Sinto-me próxima a ela. Madeleine é parte da nossa família. Não sentimos que esse será o fim.

MC - Como você lida com as lembranças deixadas por Madeleine? Consegue rever fotos e vídeos?

KM - São muitas boas lembranças. Quando eu começo a revisitá-las, às vezes sinto muita tristeza, outras vezes me deixa feliz e me reconforta, me traz tranquilidade. Ela está na nossa vida. Há fotos dela por toda a nossa casa. A Amelie sempre se refere a ela como “a minha irmã mais velha”.

MC - Em um determinado momento, vocês foram acusados de serem suspeitos. Como lidou com isso?

KM - (voz embargada) Eu achei inacreditável. Quando você imagina que nada pior pode acontecer... A busca por Madeleine se tornou a minha maior obsessão. E muita gente não entendeu isso. É como um pesadelo, um sonho ruim do qual você não consegue acordar.






MC - Por outro lado, você recebeu apoio de pessoas de todo o mundo...

KM - Eu seria incapaz de descrever a importância do apoio que venho recebendo desde o desaparecimento de Madeleine. Isso me ajudou enormemente. As pessoas foram muito boas e cuidadosas – e isso também nos fortaleceu para continuar na luta. Nós tivemos inclusive um apoio grande do Brasil, de uma família muito querida que acabou se tornando muito próxima de nós.

MC - Como é a sua relação com a imprensa hoje?

KM - Nós precisamos da mídia. Madeleine precisa dela para ser encontrada. Nós enfrentamos maus bocados com a imprensa. Mas ainda espero que ela ajude a encontrar Madeleine. Apenas pedimos para que os jornalistas sejam responsáveis com as informações, pois é a nossa pequena que está desaparecida.

MC - É muito doloroso ou cansativo continuar dando entrevistas? Ou você acredita que isso é o que tem de ser feito para que as buscas por Madeleine continuem?

KM - No início achava tudo isso bem intimidador. As perguntas me pareciam muito difíceis e mexiam demais com os meus sentimentos. Sempre procurei preservar a minha privacidade. Mas como já dei dezenas e dezenas de entrevistas nos últimos quatro anos, me acostumei um pouco. Sei que a mídia é poderosa e alcança milhões de pessoas. E se isso for necessário para trazer a minha Madeleine de volta, eu farei isso.

MC - Você visita Portugal com frequência?

KM - Sim. Vamos bastante a Lisboa para conversar com advogados. Vou também a Praia da Luz umas 5 vezes por ano (local do resort onde a família passava férias e de onde Madeleine foi raptada). Logo depois de seu desaparecimento, eu não conseguia voltar para lá, mas agora vou com alguma frequência porque lá me sinto mais próxima dela.

MC - Quais são os seus próximos passos agora?

KM - Continuo escrevendo um diário. O livro foi lançado em maio na Inglaterra e em Portugal. Na próxima semana será lançado no Brasil, em setembro na Alemanha, no meio de outubro na Espanha e em alguns outros países até o fim do ano. As pessoas lerão o livro e vão saber que ainda existem várias perguntas que continuam sem respostas – e que elas podem ser capazes de responder. Nós acreditamos nas informações que nos são enviadas e esperamos reuni-las para que cheguemos até ela. Tenho fé que vamos encontrar a informação-chave que está faltando para encontrá-la. Continuem procurando e rezando por Madeleine, que continua desaparecida. Não podemos desistir.



-----------------------------------------------------------------


** Por mais que muitos pensem que Madeleine está morta, que os pais é que são culpados, e muitas outras coisas publicadas, eu penso que esta mãe tem sofrido muito. Que mãe não moveria céus e terra por um(a) filha? Tomara mesmo que não a tenham matado e que um dia este blog possa publicar que Madeleine foi encontrada como tantas notícias que vemos de pessoas mantidas em cativeiro e descobertas depois de dez ou 20 anos.

Vamos ajudar a pequena Érika?

Nenhuma criança nesse mundo deveria ser machucada, de forma alguma. Nenhum filho deveria morrer antes dos pais. Nenhuma inocência deveria ser violada. Nenhuma lágrima de criança deveria ser derrubada. É assim que penso.

Qualquer tragédia com criança me emociona, mexe comigo mais que quaisquer outras. Por esse início de post você já deve ter percebido que falarei sobre algo assim. E está correto. Tem muita coisa ruim acontecendo nesse país. Acontecendo com seu vizinho, com seu colega de trabalho, com seus amigos virtuais, com todo mundo. O tempo todo. e a cada dia vamos nos fechando em um mundo que diz que tudo é normal e ficamos individualistas, olhando a tragédia dos outros pelo vidro da janela, bem de longe. Hoje, peço-lhe, carinhosamente, que abra essa janela, para saber sobre uma menininha chamada Érika, carinhosamente chamada de “pequena Érika”.



A Érika tem 3 anos. Apenas 3 anos. Deus, o sorriso de uma criança de 3 anos é como o sorriso dos anjos. E esse anjinho que é a Érika, de apenas 3 aninhos, tem passado dores e provações atrozes. E precisa de ajuda para uma cirurgia.

Quem é a Érica?

                    Érica Ferreira da Luz Rosa, 3 anos, Sobradinho II (DF)


 


A menina Érica Ferreira da Luz Rosa, como todas as outras crianças de sua idade (3 aninhos), adora brincar e sorrir. Mas ela tem algo diferente das demais crianças: em 2010, estava no carro da família quando ele se incendiou.

Hoje, tem 23% do corpo queimado, especialmente a cabeça, rosto, mãos e pés.

O tratamento, que inclui duas cirurgias reparativas, custará aproximadamente R$ 80 mil reais, valor com o qual os pais (ele, auxiliar de pedreiro; ela, catadora de lixo) nunca poderão arcar sozinhos.

É por isso que alguns voluntários de Brasilia que se comoveram com essa história, convidam você a participar ajudando e, juntos, possibilitar à pequena Érica que tenha uma infância como das outras crianças.

Situação da família

Fábio da Luz Rosa - Pai, 31 anos, auxiliar de pedreiro
Rosemira da Luz Rosa - Mãe, 33 anos, catadora de lixo
Érica Ferreira da Luz Rosa - Filha, 3 anos

O que aconteceu?


 

O acidente

No dia 31 de julho de 2010, a pequena Érica, sua mãe Rosemira e o paiFábio saíram de um bairro distante com a intenção de chegar ao centro da cidade de Planaltina (Goiás), cidade do entorno de Brasília.

No decorrer do percurso, passaram em um posto de gasolina para abastecer o carro, um Corcel ano 75, que se encontrava em péssimo estado de conservação, quando, segundo a senhora Rosemira (mãe), o carro pegou fogo logo de imediato. Em seguida viu seu esposo com as pernas pegando fogo. Sem entender direito o que estava acontecendo, saíram do carro e imediatamente lembraram da filha Érica que estava presa na cadeirinha no banco de trás, quando tentaram pegá-la. Foram encaminhados ao hospital pelos bombeiros, onde obtiveram a informação de que a filha teve 23% do seu corpo queimado.

O casal se culpa muito. O pai teve as duas pernas queimadas e a mãe teve queimadura nas mãos. Segundo ela, "foi muito rápido, não tivemos tempo para pensar em nada".

APÓS O ACIDENTE

  • Érica ficou 38 dias no Hospital Regional da Asa Norte, em Brasília/DF, depois mais 10 dias no Hospital de Base, também em Brasília, sendo alimentada por meio de sonda.
  • Segundo os médicos, a menina sofreu queimadura interna.
  • Érica também teve de fazer enxerto no rosto, nas mãos e no pé.
  • Fábio, pai de Érica, precisou de enxerto nas duas pernas queimadas.


Como você pode ajudar?

Muita gente não gosta de doar dinheiro, mas, neste momento, é preciso pagar as cirurgias reparadoras e, por isso, é de dinheiro que a Érica precisa.

Você pode ajudar:

  • Depositando diretamente nas poupanças da Érica:
    (Érica Ferreira da Luz Rosa)

Banco do Brasil 

Agência 1226-2

Conta poupança: 50.725-3 Variação 01

Banco Itaú

Agência 1388 

Conta poupança 40275-0/500

BRB

Agência 0107 

Conta Poupança 107032588-8

  • Divulgando a história da Érica para seus amigos, nas redes sociais e offline.

  •                  Clique na imagem e faça sua doação!
                          Que DEUS LHE ABENÇOE!


    Para saber mais sobre a pequena Érika acesse o Blog

http://pequenaerica.blogspot.com/

Você viu a Bruna?




No dia 29/12 (quarta-feira), a jovem  Bruna Tadin de Souza recebeu uma ligação de um jovem, ex-colega de escola ( E.E. Elísio), por volta das 19:00h que lhe disse que havia lhe conseguido um emprego e que era para ela ir até a casa dele (Condomínio Bahia - CECAP - Guarulhos) para pegar o uniforme, assinar alguns papéis e poder começar a trabalhar no dia seguinte. 





Esta ligação foi recebida no celular da avó dela. Ela então se arrumou, pediu dinheiro a avó para a passagem, uma vez que os pais não estavam em casa, e informou à irmã Monique sobre a ligação e que iria até a casa do rapaz que se chama Maicon. Por volta das 21:00h ela ligou para o Namorado Lucas Gabriel e falou o que iria fazer. Ele ainda tentou fazê-la não ir por causa do horário, mas ela disse que não haveria problema e que iria rápido. Ela estava trajando uma blusa branca de mangas compridas, calça jeans e sandálias.





Este foi o último contato de que a família tem notícias. Por volta das 22:30h a família da jovem entrou em contato com o namorado perguntando se ela se encontrava com ele. Mediante a resposta negativa, passaram na casa dele, o pegaram e se encaminharam para a casa do rapaz com o qual ela disse que iria se encontrar para pegar o uniforme e tratar sobre o emprego.




Chegando lá, por volta das 23:00h o rapaz estava de cabelos molhados, parecia ter saído do banho e negou que tivesse ligado e que tivesse se encontrado com ela. Falou que poderia ser outro Maicon, só que este outro estava trabalhando durante a noite inteira. Ao voltarem ao apartamento do rapaz que fez o convite à Bruna, solicitaram a presença da polícia e esta revistou o apartamento do mesmo, apreendeu seu computador e este foi prestar depoimento na delegacia, já acompanhado de seu advogado pois ele tem 4 processos por estupro e inclusive uma indicação para ser encaminhado a Fundação Casa. 





Ele foi liberado depois de prestar o depoimento.
A família buscou nos hospitais, IML, casas de amigos, familiares e colheram informações no local onde o suspeito mora e encontraram uma das vítimas dele que os levou até o lugar onde ela havia sido estuprada por ele. Um matagal próximo ao condomínio onde o rapaz mora. Várias foram as informações de que o rapaz comete estupros e sai ileso por ser menor. 





A família solicitou a busca nos matagais próximos aos condomínios do CECAP, mas não tiveram resposta pois as delegacias se encontravam fechadas no final de semana e somente ouviam que algo só poderia ser feito na segunda-feira.
Buscaram sozinhos e com a ajuda de amigos, mas não obtiveram sucesso.





A polícia civil e o corpo de bombeiros iniciaram as buscas somente na segunda-feira dia 03.01, mas não conseguiram encontrar a jovem. O rapaz suspeito do desaparecimento da jovem se encontra na Fundação Casa pois foi detido por causa de outro caso de estupro, nos mesmos moldes, que cometeu no dia 07 de dezembro do ano passado.





Na segunda-feira, dia 10.01,houve uma ligação de um rapaz que viu nosso apelo no Orkut, que disse ter visto a jovem vagando, desnorteada e completamente suja na Rua dele, em EMBU.Foram até lá e o jovem que deu seu endereço e telefone fixo confirmou que era ela mesma que ele havia visto no dia 05.01, na sua rua.




Então foram até duas delegacias de EMBU, mas não quiseram ajudar dizendo que estava tarde da noite e que chovia muito. Assim 4 pessoas da família foram aos locais que encontraram abertos e em um bar um senhor, após ver o cartaz com a foto de Bruna, disse que também a viu no dia 05.01, naquela região.




O padrasto de Bruna e mais quatro pessoas voltaram no dia seguinte, 11.01 e passaram o dia mostrando a foto dela e algumas pessoas também afirmaram que teriam visto a jovem. O problema é que a polícia de Guarulhos deu o caso como encerrado, alegando homicídio sem corpo e afirmam não terem dúvidas que foi o suspeito, e não querem ajudar nas buscas destas novas pistas.




A família quer reunir um grupo grande de pessoas para fazer uma busca na região de EMBU, mas não dispõe de recursos e precisaría conseguir ônibus para levar as pessoas até lá.

A família está desesperada e não encontra apoio do poder público. 



--------------------------------------------------------------------------------------------


UPDATE










Em 23/01/2011 um corpo do sexo feminino foi encontrado, por volta das 13h do domingo, em um matagal próximo à avenida Odair Santonelli, no bairro Cecap, em Guarulhos, na Grande São Paulo. 




O corpo foi achado por jogadores, já que o matagal fica ao lado de um campo de futebol. No final da tarde do domingo, parentes o reconheceram como sendo da adolescente Bruna Tadim de Souza, desaparecida no final de dezembro. Segundo os familiares, a roupa no cadáver é a mesma que a garota usava quando desapareceu. 


O corpo estava com as mãos e pés amarrados, boca amordaçada e em estado de decomposição. 


 







Na tarde do dia 25/01/2011 o corpo encontrado no domingo (23), em um terreno ao lado de um campo de futebol no parque Cecap foi identificado oficialmente como sendo da adolescente Bruna Tadim de Souza, que estava desaparecida desde o dia 29 de dezembro.


Segundo apurado pelo Jornal Isto É Guarulhos  a necropsia ficou sob a responsabilidade do Médico Legista e Antropologista Dr. Luiz Airton, que comprovou a identidade do corpo através de exames de arcada dentaria (a ficha odontológica de Bruna foi entregue por seu pai durante a manhã de hoje), além de objetos encontrados junto ao corpo como um brinco.


A causa da morte de Bruna ainda é indeterminada e depende de exames que talvez não consigam indicar a causa devido ao adiantado estado de decomposição do corpo, a morte de Bruna supostamente ocorreu no mesmo dia de seu desaparecimento fato este que também será comprovado após resultados de exames que devem ficar prontos em alguns dias.


A família de Bruna Tadin de Souza estava presente no IML, mas respeitando a dor dos mesmos os profissionais de jornalismo da Isto É Guarulhos decidiram não entrevista-los.


 



Enterro


 



O enterro da adolescente Bruna Tadin de Souza aconteceu  no dia 25/01/2011 às 21:00h no Memorial, cemitério vertical de Vila Rio, Guarulhos e contou com a presença de mais de 300 pessoas que acompanhavam com gritos de “Justiça” e “Bruna nós te amamos”




 


Investigação


 


O assassinato de Bruna Tadim de Souza está sob investigação. Foi solicitada pela polícia civil a quebra do sigilo telefônico de Bruna. Para perícia, os investigadores receberam também os computadores de K.B. e J.T.S., 17, outra jovem que teria recebido a oferta de emprego de Maycon Barreto de Souza Silva, mas não compareceu ao encontro marcado com o "menor".






Lucas Pereira continua desaparecido!




É engraçado como as coisas acontecem... Estava eu assistindo a um filme "Quem sequestrou Elisabeth Smart?", garota americana que ficou sequestrada seis meses. A polícia desistiu de procurar, mas os pais não. O alerta Amber, que existe nos EUA, é a junção da polícia, os meios de comunicação e a sociedade na busca de crianças desaparecidas. Quando o alerta é dado crianças são salvas. Crianças são encontradas. Voltam ao retorno de seu lar de onde nunca deveriam ter saído. Terminei de assistir ao filme e antes de ir dormir fui olhar meus emails e tinha a seguinte mensagem para mim da Mãe do Lucas Pereira, criança de apenas três anos que despareceu sem deixar vestígios no dia 21 de junho.









Mensagem da Érika, Mãe do Lucas Pereira




" Sou uma mãe que desde 21 de Junho de 2008, chora e implora ao Deus Vivo, que traga meu filho de volta. Que proteja sua vida e integridade física. Meus dias têm sido incertos, meu coração sangra de dor, minha alma chora e pede por socorro, no desespero de ter meu filho de volta.Eu pensava que era infeliz, mas agora eu tenho certeza que eu era feliz e não sabia. Ah! Lucas meu filho onde vc esta? Com quem? Pra que? Porque? São perguntas que me torturam a cada segundo. Imploro a todos os internautas que me ajude a divulgar a foto de meu anjinho ele quer muito ser encontrado, tenho certeza que ele quer muito voltar para o seio da família.



Só quem passa é que sabe, Lucas a mamãe aguarda sua volta! Difícil ler uma noticia dessa e não imaginar a dor, o sofrimento, a angústia e a espera que nós estamos vivendo... Nós estamos vivendo em um ambiente cada vez mais inóspito, no qual a ganância pelo dinheiro e a facilidade em consegui-lo transforma os ditos seres humanos, em criaturas irracionais e selvagens. O meu filho teve seu direito fundamental usurpado de uma forma tão fácil, tão cruel. Mesmo quem é pai e mãe não consegue sentir a magnitude do nosso sofrimento que passamos a ter após meu filho ter sido tirado de nosso convívio. Creio que as pessoas que tiverem informações sobre esse anjinho, terá como recompensa não ( somente ) cifras, mas a certeza que restabeleceu a alegria e a vida de uma família. E principalmente a alegria de Lucas Pereira, um anjo de apenas 3 aninhos de idade, que deseja muito ser encontrado. Peço a quem souber informações sobre essa criança que as leve a policia..." (sic)



A fé e a perseverança são os ingredientes de um amor incondicional: O AMOR DE MÃE! Enquanto cidadã e mãe, essa história e a de muitos outros me chocam e entristecem. Imaginar que essa criança não sabe nem o porquê de ter sido levada embora, imaginar a saudade do colo materno, de seus irmãos, de seus brinquedos. Há ainda a dor da incerteza de seus familiares: O que aconteceu com o pequeno Lucas? Onde ele está? Ele está vivo? Está morto? Você o viu? Você pode ajudar de alguma forma? São perguntas que ecoam. Da minha parte posso ajudar de duas formas: uma, é a publicação desse post e a segunda é pedir a VOCÊ, que está lendo esse post, que me ajude a divulgar a foto do Lucas para que Deus, em sua misericórdia possa tocar nos corações de quem está com o Lucas ou nos de quem sabe de alguma informação sobre o paradeiro dele. Desde já agradeço qualquer tentativa de ajuda aos familiares. Que os anjos o(a) abençoe!!!























Onde está Lucas Pereira?

Ontem assisti no Luciana Gimenez à entrevista do pai do garotinho Lucas Pereira que desapareceu. Comovente e deseperador. Saiba o que aconteceu com Lucas que hoje está há 27 dias DESAPARECIDO.
Uma força tarefa com a participação de parentes, policiais, bombeiros e até atiradores do Tiro de Guerra, do Exército, procuram Lucas Pereira, 3 anos, que teria sumido no último sábado, em uma mata próxima a casa da família no Jardim Beatriz, em São Carlos, interior de São Paulo.
A família não sabe como ele desapareceu. A nova suspeita é que o garoto possa ter sido raptado.
“Não sabemos exatamente o que aconteceu, mas a nossa principal desconfiança é que o irmãozinho mais velho dele, de 6 anos, abriu o portão para ir até a casa do primo que é vizinho e o Lucas saiu junto sem ninguém perceber nada”, diz o tio do menino, Marco Antônio Pereira. As crianças estavam em casa junto com a avó que fazia a comida e limpava os cômodos.
O garoto, segundo o tio, morava em um condomínio no Rio de Janeiro e tinha acabado de se mudar para São Carlos junto com a mãe, que nasceu na cidade. O pai é engenheiro e trabalha em uma plataforma da Petrobrás. Hoje, devido a uma chuva que cai na cidade, as buscas foram interrompidas. Ontem, a força tarefa percorreu quase 160 hectares da mata.
“Isso (a mata) era uma pedreira que foi abandonada e sempre foi um risco. Há uns três anos um outro menino sumiu aqui e, depois, foi encontrado morto”, lembra o tio. Os pais do menino não foram encontrados para comentar o desaparecimento. O tio, inclusive, não conseguiu contato com a irmã na manhã de hoje. A família procurava uma casa e pretendia se mudar para São Carlos.
O comandante da 1ª Companhia de Policiamento Militar, de São Carlos, tenente Paulo Roberto Nulce Junior, acredita que o menino não tenha desaparecido na mata. “Procuramos por tudo e não encontramos nem sinal da criança”, afirma o policial que estuda se novas buscas serão realizadas. “Já estamos trabalhando com a hipótese do menino ter sido levado por alguém”, adianta o tenente.
Qualquer informação pode ser dada através dos telefones 197 (Polícia Civil) 3374-1596 (DIG) ou 190 (Polícia Militar).Fonte: Redação Terra

*A família informa que no dia do desaparecimento o Lucas usava camiseta verde de manga comprida, bermuda e tênis

A única forma que eu tenho de ajudar é usar o que sei fazer: arte digital. Então fiz um cartaz para ser veiculado na internet. Quanto mais pessoas divulgarem maiores as chances dele ser encontrado. Que Deus abençoe a cada um que ajude o pai desse menino. Se você viu esse garoto, ajude! Você não precisa se identificar.  
O mal só permanece enquanto os bons ficam sem fazer nada!